Histórias e Crônicas

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Mulheres inspiradoras: Michelle Obama
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Mulheres inspiradoras: Maria da Penha
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O que se pode aprender com o menino que controlou o trânsito com um apito e um patinete?
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Livros e Lições I O futuro da humanidade
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Meus carnavais
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Autoajuda: um termo que caiu em desuso…ou não…?
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A menina do vestido azul – Podcast
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A girafa Sabichona
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O jardim de Hortência
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Áudio: O medo da transformação

Mulheres inspiradoras: Michelle Obama

Nesse mês de março, o mês das mulheres, vamos aproveitar para comentar em nossas redes um pouco sobre mulheres inspiradoras. A intenção é valorizar as conquistas e a força feminina no cenário mundial em diversos momentos da história. São inúmeras as mulheres, tanto famosas  quanto comuns, desde a antiguidade até os momentos atuais, que fizeram a diferença. E milhares ainda estão por vir!

Essa é a vez de Michelle Obama!

Michelle Obama é uma advogada e escritora, esposa do ex-presidente Barack Obama. Exerceu o cargo de primeira-dama dos Estados Unidos entre 2009 e 2017, sendo a primeira afrodescendente a ocupar o posto. Ingressou na Universidade Princeton e Harvard.

Durante seus primeiros meses como primeira-dama, frequentemente visitou abrigos de desalojados, enviou representantes para escolas, fundou em Chicago a filial da Public Allies, uma organização que prepara jovens para seguir carreira no serviço público, promoveu uma recepção da Casa Branca para a defesa do direito das mulheres.

Ela ganhou um crescimento do apoio do público rapidamente. Em 2019 foi considerada a MULHER MAIS ADMIRADA DO MUNDO.

Aproveito  o momento para convidá-lo(a) a conhecer um pouco mais dessa mulher admirável em seu livro “Minha história” , que é um relato íntimo e inspirador da história de Michelle Obama.

Mulheres inspiradoras: Maria da Penha

Nesse mês de março, o mês das mulheres, vamos aproveitar para comentar em nossas redes um pouco sobre mulheres inspiradoras. A intenção é valorizar as conquistas e a força feminina no cenário mundial em diversos momentos da história. São inúmeras as mulheres, tanto famosas  quanto comuns, desde a antiguidade até os momentos atuais, que fizeram a diferença. E milhares ainda estão por vir!

E essa é a vez de Maria da Penha, responsável pela Lei Maria da Penha, no combate à violência doméstica contra a mulher.

Maria da Penha é uma farmacêutica brasileira que lutou para que seu agressor viesse a ser condenado. Seu marido tentou matá-la duas vezes. Na primeira vez atirou, simulando um assalto, e na segunda tentou eletrocutá-la enquanto ela tomava banho. Por conta das agressões sofridas, Penha ficou paraplégica.

O episódio chegou à Comissão Interamericana dos Direitos Humanos e foi considerado, pela primeira vez na história, um crime de violência doméstica. Em 7 de agosto de 2006, foi sancionada a lei que leva seu nome: A LEI MARIA DA PENHA, importante ferramenta legislativa no combate à violência doméstica e familiar contra mulheres no Brasil.  

Maria da Penha hoje é líder de movimentos de defesa dos direitos das mulheres, vítima emblemática da  violência doméstica.

O que se pode aprender com o menino que controlou o trânsito com um apito e um patinete?

Um gesto de altruísmo e solidariedade que viralizou pelo país!

Você provavelmente deve ter visto esta cena inédita. Seja em alguma reportagem ou até mesmo nas redes sociais, pois o assunto viralizou. No final de novembro, às vésperas da Black Friday, um garoto de 9 anos de idade “controlou” o trânsito em uma avenida muito movimentada no bairro Belvedere, na região centro sul de Belo Horizonte.

Os semáforos em frente ao BH Shopping, na avenida Stael Mary Bicalho Motta Magalhães, estavam desligados desde às 8h da manhã. Isso, segundo informações dos lojistas e confirmado pela própria BHTrans. E assim permaneceu durante horas sem que houvesse no local algum agente de trânsito. Quem quisesse atravessar a rua, ou os carros que quisessem passar pelo cruzamento teriam que ter um pouco de paciência e contar com a gentileza e a boa vontade dos outros motoristas.

Próximo ao meio-dia, bem na hora do almoço, horário em que aumenta o fluxo de pessoas e carros,  o pequeno Ítalo entrou em ação. Ele subiu num patinete elétrico e, com um apito e boa vontade, resolveu ajudar transeuntes e motoristas como se fosse um agente de trânsito e atuou muito bem. A cena foi registrada por dezenas de pessoas que passavam pelo local. Leia Mais

Livros e Lições I O futuro da humanidade

Nesse vídeo, da série Livros e Lições, eu, Isabela Capelão, comento sobre o livro O futuro da humanidade, de Augusto Cury e faço um paralelo com a nossa vida, o nosso legado e o nosso papel na sociedade.

Assista agora!

Meus carnavais

 

Durante alguns anos fui fã de carnaval, adorava aquela agitação, o corpo a corpo, as músicas e todo o clima de alegria, descontração e libertação das pessoas. Em algum post aqui do blog eu já comentei ou venha a escrever sobre os tantos anos passados no carnaval de Salvador, a energia positiva e contagiante que era estar naquele ambiente e as inúmeras histórias colecionadas. Antes disso, rodei pelos interiores de Minas Gerais, que era tudo de bom! Churrasco, música boa, muita bebida e beijo na boca nos carnavais de rua: Ouro Preto, Tiradentes e outros mais. Ah, e a chuva também estava sempre presente. O que eu mais gostava eram as fantasias dos homens, aqueles que se fantasiavam de mulher  e a criatividade das pessoas. Era riso garantido nos carnavais! Hoje as fantasias se tornaram um desfile de moda…? O carnaval, que é chamado de festa popular, sinceramente…… está cada vez mais distante de ser! Sobretudo em algumas cidades.

Como tudo na vida muda (ainda bem!), hoje busco algo diferente: o carnaval já não me atrai tanto, algumas coisas que eram boas e legais, hoje considero excessivas e outras não me satisfazem como  há alguns anos atrás. Leia Mais

Autoajuda: um termo que caiu em desuso…ou não…?

Será que o termo autoajuda já caiu em desuso ou não?

Às vezes sou pega de surpresa quando me perguntam se eu trabalho com autoajuda. Percebo um leve tom de crítica ou um pensamento interno tipo “isso não é pra mim”. O termo muitas vezes é utilizado de forma pejorativa, como se fosse alguém que estivesse muito mal para precisar de autoajuda. Porém, se for analisar ao pé da letra, é nada mais nada menos que ajudar a si próprio, algo que acredito que a maioria das pessoas faça…. ou não…?

Uma curiosidade é que o termo possivelmente surgiu a partir do primeiro livro de autoajuda escrito pelo autor britânico Samuel Smiles(1812-1904), e foi publicado em 1859, intitulado de “Autoajuda” ou “Ajude-se” (depende da tradução). Samuel Smiles é conhecido sobretudo por ter escrito livros que exaltam as virtudes da autoajuda e tópicos de biografias de  de grandes inventores, pensadores, militares e clérigos do século XIX, e inspirou pessoas do mundo inteiro a melhorarem suas vidas.

A publicação de livros de autoajuda surgiu a partir do crescimento da indústria editorial e das novas ciências, como a psicologia, e estão se aprimorando cada vez mais. Por isso, o termo se tornou mais comum em estantes de bibliotecas e em livrarias, onde é possível encontrar livros contendo infinitas soluções para o leitor obter resultados em sua vida, praticando as dicas e técnicas contidas em tais livros. Leia Mais

A menina do vestido azul – Podcast

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Num bairro muito pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita.Ela frequentava a escola local. Sua mãe não tinha muito cuidado e a criança quase sempre se apresentava suja. Suas roupas eram velhas e maltratadas.

Até um dia em que um professor penalizou-se com a menininha. Como uma garota tão bonita pode vir para a escola tão mal arrumada? Separou algum dinheiro de seu salário e, embora com dificuldade, lhe comprou um vestido novo. A garotinha ficou ainda mais bonita no seu vestidinho azul.

Quando a mãe viu a menina naquele vestido azul, sentiu que era lamentável que sua filha, vestindo aquele traje novo, fosse tão sujinha para a escola. Por isso passou a lhe dar banho todos os dias, pentear seus cabelos, cortar e limpar suas unhas. Depois de uma semana, o pai falou:- “Mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more em um lugar como este, caindo aos pedaços? Que tal ajeitar a casa? Nas horas vagas vou pintar as paredes, consertar a cerca e plantar um jardim”.

Em pouco tempo a casa da garotinha destacava-se na pequena vila pela beleza das flores que enchiam o jardim, pela limpeza, pelo capricho de seus moradores com seus pequenos detalhes. Os vizinhos ficaram envergonhados por morar em barracos feios e resolveram também arrumar suas casas, plantar flores, usar pintura, água e sabão, além de criatividade. Logo, o bairro estava todo transformado. Um homem que acompanhava os esforços e as lutas daquela gente achou que eles bem que mereciam um auxílio das autoridades. Foi ao prefeito e expôs suas idéias e saiu de lá com autorização para formar uma comissão para estudar os melhoramentos que seriam necessários no bairro.
A rua de lama foi substituída por asfalto e calçadas de pedra. Os esgotos a céu aberto foram canalizados e o bairro ganhou ares de cidadania.
Tudo começou com um vestidinho azul!
Não era a intenção daquele professor consertar a rua, nem criar um organismo que socorresse o bairro. Ele fez o que podia apenas a parte que lhe cabia.

Qual será a parte de cada um de nós? Será que basta apontar os buracos da rua, reclamar dos erros do vizinho e cuidar apenas do portão para dentro?
É difícil mudar o estado total das coisas. É difícil varrer toda a rua, mas é fácil varrer nossa calçada. É difícil modificar o bairro, mas podemos começar pela nossa casa, deixando-a mais bonita. É difícil reconstruir o planeta, mas é possível dar um vestido azul.

E então, qual foi o seu aprendizado e a grande lição dessa história pra você? Comente aqui!
O que pode fazer a partir de agora?

A girafa Sabichona

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A Sabichona, apelido dado pelos animais da selva, era uma elegante e inteligente girafa que vivia em seu espaço na selva. Lá ela tinha uma biblioteca grande, cheia de livros e enciclopédias, dvd´s cheio de conteúdos e internet wi-fi. Todo esse material ela utilizava para suas pesquisas e estudos, o que fazia dela um destaque na selva.

Como todos os outros animais sabiam que a girafa tinha muito conhecimento e tecnologia em seu espaço, sempre que precisavam iam até lá fazer uma consulta e buscar respostas para suas dúvidas.

A girafa Sabichona, passava a maior parte do seu tempo estudando e lendo, e tinha um conhecimento vasto de vários assuntos, era muito boa para conversar e bater papo, filosofar, dar conselhos e informações. Ela era muito curiosa e observadora. Dessa maneira, seu lugar na selva era muito frequentado pela maioria dos bichos.

– Olá, girafa Sabichona, tudo bem? Tem um tempinho? Estou precisando saber uma informação sobre o clima na ilha dos macacos – pergunta a raposa.
– Olá D. Raposa! Ah, sim, vou verificar pra você. Está indo a turismo ou negócios? – perguntou a girafa.
– A passeio, vou curtir uma praia. – respondeu a raposa.
– Também estou precisando de umas férias! Não se preocupe que eu já verifico aqui no meu material e te digo o clima nesse período para a senhora descansar e curtir a sua prainha.- respondeu a girafa.

Depois de uns quinze minutos de pesquisa, a girafa Sabichona passou todas as informações para a D. Raposa, a temperatura, umidade do ar, as praias mais movimentadas, as mais próprias para descansar, dicas de alimentação, hospedagem e muito mais. E a raposa saiu satisfeita e muito agradecida, pois teria umas férias muito bem programadas. Leia Mais

O jardim de Hortência

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Ah, a Hortência! Esse foi o nome dado à ela quando fora batizada, e não foi à toa…
Ela sempre fora uma menina muito encantadora, cheia de graça e de formosura e tinha uma paixão pelas flores, suas cores e seus aromas.

Essa parte da história eu conto em detalhes depois, mas o mais impressionante foi que, depois de tantos anos, ela resolveu mudar de nome… assim como quem muda de endereço. Segundo informações dos familiares ou talvez das más línguas, ela havia encontrado um amor verdadeiro e por isso não justificava continuar com esse nome. No mínimo estranho…

Hortência cresceu numa casa onde havia muito verde, entre flores e plantas, tinha uma horta cheia de verduras e frutas e era o passeio preferido dela pela manhã, tanto para arrancar as ervas daninhas quanto para apertar os botões de beijo (nome fantasia…rsrs) e colher as frutas e hortaliças. E era ali, pela manhã, que sua mãe lhe explicava e contava várias histórias e ela se divertia e usava a sua imaginação, além de aprender muito.

Depois de algum tempo, Hortência quis criar o seu próprio jardim, onde plantou flores das mais diversas, tinham orquídeas, astromélias, amor perfeito, calêndulas, dálias, jasmins, lírios, a dama da noite com aquele aroma espetacular também fazia parte desse jardim. Além de muitas outras flores, pedras decorativas e uma fonte, que se iluminava à noite e proporcionava aquele barulhinho relaxante de água caindo, tipo uma mini cascata.
Leia Mais

Áudio: O medo da transformação

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Ontem foi um daqueles dias em que aproveitei para ler….Ler livros diversos, dentre os que ficam empilhados em cima do meu criado mudo.

E, enquanto estava envolvida na leitura, eu percebi o quanto isso alimenta as nossas mentes, e me sinto no dever de retroalimentar os aprendizados ou as viagens e ideias surgidas calmamente após cada leitura.

Inspirada por um dos textos, resolvi gravar um áudio, no qual nem sei se eu pronuncio corretamente o nome do autor, então, por favor me perdoem caso tenha cometido algum lapso nesse sentido. Esse texto, agora transformado em áudio é uma metáfora com barras de trapézio e auxilia o nosso entendimento e compreensão em situações difíceis.

Ouça e compartilhe esse áudio “Medo da transformação”, do autor Danaan Parry, adaptado do “The essence book of days”; que foi extraído do livro “Uma abordagem Ericksoniana para um inconsciente informado”, histórias, metáforas e citações que curam (Stephen Paul Adler, Ph.D).

 

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