Histórias e Crônicas

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Vídeo: A complicada arte de ver I Contando histórias
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Mulheres que inspiram
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A transformação e o milho de pipoca
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Mulheres inspiradoras: Michelle Obama
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Mulheres inspiradoras: Maria da Penha
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O que se pode aprender com o menino que controlou o trânsito com um apito e um patinete?
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Livros e Lições I O futuro da humanidade
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Meus carnavais
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Autoajuda: um termo que caiu em desuso…ou não…?
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A menina do vestido azul – Podcast

Vídeo: A complicada arte de ver I Contando histórias

Você guarda os seus olhos na caixa de brinquedos ou de ferramentas?

Esse é mais um vídeo da série Contando histórias, do texto de Rubem Alves: “A complicada arte de ver”. Desde que li esse texto pela primeira vez fiquei encantada e resolvi gravar esse vídeo. Se gostar, compartilhe!

Assista o vídeo, reflita e responda aqui nos comentários, quero saber!

Clique aqui para assistir o vídeo

 

Mulheres que inspiram

No dia 8 de março, o Dia Internacional da Mulher, que simboliza a luta histórica das mulheres para alcançarem igualdade de direitos e oportunidades, agradeço todas aquelas que vieram antes de nós e que lutaram para conquistar espaço e respeito para que as próximas gerações pudessem sonhar e realizar grandes feitos.
Parabéns a todas nós mulheres pela força e coragem. Sobretudo ao enfrentar os desafios, preconceitos, silenciamento e violências para construir uma sociedade mais justa e menos discriminativa.
Espero que esse dia seja de aprendizado para que, nós mulheres, possamos nos valorizar e unir forças; para que sintamos orgulho de quem somos e coragem de ser quem quisermos ser. Parabéns a todas as mulheres!
Mulheres incríveis e inspiradoras sempre fizeram parte da história, mas muitas vezes seus feitos não são reconhecidos. Por isso, aproveitando a semana da mulher, trouxemos histórias de mulheres que revolucionaram a medicina, a ciência, a astronomia, a arte, o empreendedorismo e outras áreas.

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A transformação e o milho de pipoca

Nesse vídeo, da série contando histórias, falei sobre realizar mudanças, por meio da metáfora da transformação do milho em pipoca, do texto de Rubem Alves, Milho de pipoca.

Como estamos falando de mudança, de reinvenção, lembrei dessa história e resolvi compartilhar com você. Eu espero que esse vídeo chegue a quem precisa de um incentivo para sair da zona de conforto e começar o processo de mudança.

Assista o vídeo clicando no vídeo e comente aqui abaixo as suas reflexões!

Aproveito para escrever o texto de Rubem Alves: Milho de pipoca, do livro “O amor que acende a lua”.

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Mulheres inspiradoras: Michelle Obama

Nesse mês de março, o mês das mulheres, vamos aproveitar para comentar em nossas redes um pouco sobre mulheres inspiradoras. A intenção é valorizar as conquistas e a força feminina no cenário mundial em diversos momentos da história. São inúmeras as mulheres, tanto famosas  quanto comuns, desde a antiguidade até os momentos atuais, que fizeram a diferença. E milhares ainda estão por vir!

Essa é a vez de Michelle Obama!

Michelle Obama é uma advogada e escritora, esposa do ex-presidente Barack Obama. Exerceu o cargo de primeira-dama dos Estados Unidos entre 2009 e 2017, sendo a primeira afrodescendente a ocupar o posto. Ingressou na Universidade Princeton e Harvard.

Durante seus primeiros meses como primeira-dama, frequentemente visitou abrigos de desalojados, enviou representantes para escolas, fundou em Chicago a filial da Public Allies, uma organização que prepara jovens para seguir carreira no serviço público, promoveu uma recepção da Casa Branca para a defesa do direito das mulheres.

Ela ganhou um crescimento do apoio do público rapidamente. Em 2019 foi considerada a MULHER MAIS ADMIRADA DO MUNDO.

Aproveito  o momento para convidá-lo(a) a conhecer um pouco mais dessa mulher admirável em seu livro “Minha história” , que é um relato íntimo e inspirador da história de Michelle Obama.

Mulheres inspiradoras: Maria da Penha

Nesse mês de março, o mês das mulheres, vamos aproveitar para comentar em nossas redes um pouco sobre mulheres inspiradoras. A intenção é valorizar as conquistas e a força feminina no cenário mundial em diversos momentos da história. São inúmeras as mulheres, tanto famosas  quanto comuns, desde a antiguidade até os momentos atuais, que fizeram a diferença. E milhares ainda estão por vir!

E essa é a vez de Maria da Penha, responsável pela Lei Maria da Penha, no combate à violência doméstica contra a mulher.

Maria da Penha é uma farmacêutica brasileira que lutou para que seu agressor viesse a ser condenado. Seu marido tentou matá-la duas vezes. Na primeira vez atirou, simulando um assalto, e na segunda tentou eletrocutá-la enquanto ela tomava banho. Por conta das agressões sofridas, Penha ficou paraplégica.

O episódio chegou à Comissão Interamericana dos Direitos Humanos e foi considerado, pela primeira vez na história, um crime de violência doméstica. Em 7 de agosto de 2006, foi sancionada a lei que leva seu nome: A LEI MARIA DA PENHA, importante ferramenta legislativa no combate à violência doméstica e familiar contra mulheres no Brasil.  

Maria da Penha hoje é líder de movimentos de defesa dos direitos das mulheres, vítima emblemática da  violência doméstica.

O que se pode aprender com o menino que controlou o trânsito com um apito e um patinete?

Um gesto de altruísmo e solidariedade que viralizou pelo país!

Você provavelmente deve ter visto esta cena inédita. Seja em alguma reportagem ou até mesmo nas redes sociais, pois o assunto viralizou. No final de novembro, às vésperas da Black Friday, um garoto de 9 anos de idade “controlou” o trânsito em uma avenida muito movimentada no bairro Belvedere, na região centro sul de Belo Horizonte.

Os semáforos em frente ao BH Shopping, na avenida Stael Mary Bicalho Motta Magalhães, estavam desligados desde às 8h da manhã. Isso, segundo informações dos lojistas e confirmado pela própria BHTrans. E assim permaneceu durante horas sem que houvesse no local algum agente de trânsito. Quem quisesse atravessar a rua, ou os carros que quisessem passar pelo cruzamento teriam que ter um pouco de paciência e contar com a gentileza e a boa vontade dos outros motoristas.

Próximo ao meio-dia, bem na hora do almoço, horário em que aumenta o fluxo de pessoas e carros,  o pequeno Ítalo entrou em ação. Ele subiu num patinete elétrico e, com um apito e boa vontade, resolveu ajudar transeuntes e motoristas como se fosse um agente de trânsito e atuou muito bem. A cena foi registrada por dezenas de pessoas que passavam pelo local. Leia Mais

Livros e Lições I O futuro da humanidade

Nesse vídeo, da série Livros e Lições, eu, Isabela Capelão, comento sobre o livro O futuro da humanidade, de Augusto Cury e faço um paralelo com a nossa vida, o nosso legado e o nosso papel na sociedade.

Assista agora!

Meus carnavais

 

Durante alguns anos fui fã de carnaval, adorava aquela agitação, o corpo a corpo, as músicas e todo o clima de alegria, descontração e libertação das pessoas. Em algum post aqui do blog eu já comentei ou venha a escrever sobre os tantos anos passados no carnaval de Salvador, a energia positiva e contagiante que era estar naquele ambiente e as inúmeras histórias colecionadas. Antes disso, rodei pelos interiores de Minas Gerais, que era tudo de bom! Churrasco, música boa, muita bebida e beijo na boca nos carnavais de rua: Ouro Preto, Tiradentes e outros mais. Ah, e a chuva também estava sempre presente. O que eu mais gostava eram as fantasias dos homens, aqueles que se fantasiavam de mulher  e a criatividade das pessoas. Era riso garantido nos carnavais! Hoje as fantasias se tornaram um desfile de moda…? O carnaval, que é chamado de festa popular, sinceramente…… está cada vez mais distante de ser! Sobretudo em algumas cidades.

Como tudo na vida muda (ainda bem!), hoje busco algo diferente: o carnaval já não me atrai tanto, algumas coisas que eram boas e legais, hoje considero excessivas e outras não me satisfazem como  há alguns anos atrás. Leia Mais

Autoajuda: um termo que caiu em desuso…ou não…?

Será que o termo autoajuda já caiu em desuso ou não?

Às vezes sou pega de surpresa quando me perguntam se eu trabalho com autoajuda. Percebo um leve tom de crítica ou um pensamento interno tipo “isso não é pra mim”. O termo muitas vezes é utilizado de forma pejorativa, como se fosse alguém que estivesse muito mal para precisar de autoajuda. Porém, se for analisar ao pé da letra, é nada mais nada menos que ajudar a si próprio, algo que acredito que a maioria das pessoas faça…. ou não…?

Uma curiosidade é que o termo possivelmente surgiu a partir do primeiro livro de autoajuda escrito pelo autor britânico Samuel Smiles(1812-1904), e foi publicado em 1859, intitulado de “Autoajuda” ou “Ajude-se” (depende da tradução). Samuel Smiles é conhecido sobretudo por ter escrito livros que exaltam as virtudes da autoajuda e tópicos de biografias de  de grandes inventores, pensadores, militares e clérigos do século XIX, e inspirou pessoas do mundo inteiro a melhorarem suas vidas.

A publicação de livros de autoajuda surgiu a partir do crescimento da indústria editorial e das novas ciências, como a psicologia, e estão se aprimorando cada vez mais. Por isso, o termo se tornou mais comum em estantes de bibliotecas e em livrarias, onde é possível encontrar livros contendo infinitas soluções para o leitor obter resultados em sua vida, praticando as dicas e técnicas contidas em tais livros. Leia Mais

A menina do vestido azul – Podcast

vestidoazul

 

Num bairro muito pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita.Ela frequentava a escola local. Sua mãe não tinha muito cuidado e a criança quase sempre se apresentava suja. Suas roupas eram velhas e maltratadas.

Até um dia em que um professor penalizou-se com a menininha. Como uma garota tão bonita pode vir para a escola tão mal arrumada? Separou algum dinheiro de seu salário e, embora com dificuldade, lhe comprou um vestido novo. A garotinha ficou ainda mais bonita no seu vestidinho azul.

Quando a mãe viu a menina naquele vestido azul, sentiu que era lamentável que sua filha, vestindo aquele traje novo, fosse tão sujinha para a escola. Por isso passou a lhe dar banho todos os dias, pentear seus cabelos, cortar e limpar suas unhas. Depois de uma semana, o pai falou:- “Mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more em um lugar como este, caindo aos pedaços? Que tal ajeitar a casa? Nas horas vagas vou pintar as paredes, consertar a cerca e plantar um jardim”.

Em pouco tempo a casa da garotinha destacava-se na pequena vila pela beleza das flores que enchiam o jardim, pela limpeza, pelo capricho de seus moradores com seus pequenos detalhes. Os vizinhos ficaram envergonhados por morar em barracos feios e resolveram também arrumar suas casas, plantar flores, usar pintura, água e sabão, além de criatividade. Logo, o bairro estava todo transformado. Um homem que acompanhava os esforços e as lutas daquela gente achou que eles bem que mereciam um auxílio das autoridades. Foi ao prefeito e expôs suas idéias e saiu de lá com autorização para formar uma comissão para estudar os melhoramentos que seriam necessários no bairro.
A rua de lama foi substituída por asfalto e calçadas de pedra. Os esgotos a céu aberto foram canalizados e o bairro ganhou ares de cidadania.
Tudo começou com um vestidinho azul!
Não era a intenção daquele professor consertar a rua, nem criar um organismo que socorresse o bairro. Ele fez o que podia apenas a parte que lhe cabia.

Qual será a parte de cada um de nós? Será que basta apontar os buracos da rua, reclamar dos erros do vizinho e cuidar apenas do portão para dentro?
É difícil mudar o estado total das coisas. É difícil varrer toda a rua, mas é fácil varrer nossa calçada. É difícil modificar o bairro, mas podemos começar pela nossa casa, deixando-a mais bonita. É difícil reconstruir o planeta, mas é possível dar um vestido azul.

E então, qual foi o seu aprendizado e a grande lição dessa história pra você? Comente aqui!
O que pode fazer a partir de agora?

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