Desenvolvimento pessoal e profissional

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Dúvida? Indecisão? Saiba como fazer uma escolha assertiva
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Definhamento: que mal-estar é esse?
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Comunicação eficaz: duas técnicas
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Como estimular a curiosidade
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Você se sente perdido?
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Flow ou Estado de Fluxo
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20 de março: Dia Internacional da Felicidade
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Múltiplas inteligências: conheça os tipos de inteligência
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Dicas para alcançar equilíbrio emocional
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Ikigai: como descobrir o seu propósito de vida

Dúvida? Indecisão? Saiba como fazer uma escolha assertiva

As dúvidas, indecisões e  incertezas podem se tornar um inimigo silencioso que, quando menos espera, te impede de alcançar os objetivos tão desejados. Mesmo as pessoas mais seguras de si podem ter momentos de muita dúvida e travá-las em muitos aspectos da vida.

Pessoas indecisas têm dificuldades de escolher, ainda mais no mundo atual com o excesso de ofertas e informações, onde o medo de errar na escolha ou de ficar de fora impacta bastante na tomada de decisão.

Cada perfil de pessoa tem uma forma de fazer escolhas – seja amorosa, profissional ou comercial. Muitos vivem nesse constante conflito e cercado de dúvidas. Muitas vezes, o fato de escolher significa deixar de lado as outras opções.

Mesmo que o nosso destino seja imprevisível é preciso garantir que a dúvida não nos impeça de agir para mudarmos as situações que temos controle. Não paralise pensando sobre o que os outros estão fazendo ou como eles irão realizar as coisas, pois cada um é cada um. Conheça e confie em si mesmo e garanta que você esteja fazendo o possível naquele momento, mesmo que as escolhas não sejam as melhores. Assuma a responsabilidade e aprenda com elas. Leia Mais

Definhamento: que mal-estar é esse?

A pandemia trouxe uma série de mudanças na dinâmica social e de convivência. Com o isolamento social e muitos trabalhando em home office, ficou evidente a ausência de bem-estar e falta de sociabilidade. Diante disso, muitas pessoas têm reportado que a sensação tem sido um pouco diferente de ansiedade ou cansaço, mas de definhamento.

O que vem a ser esse sentimento?

Podemos explicar que, ao pé da letra, definhar significa perder as forças, enfraquecer, abater-se, extenuar-se, debilitar-se.

A pandemia ocasionou diversas perdas, de todos os tipos: normalidade, hábitos, encontros sociais, momentos de lazer e, ao mesmo tempo, desesperança, incerteza, cansaço com o excesso de atividades desgastantes, o luto pelo falecimento de tantas pessoas, a falta de perspectiva de melhoria, o comportamento inadequado de algumas pessoas, como os destemidos sem máscara e negacionistas.  Juntamente com ausência de oportunidades de momentos de lazer, eventos sociais, do contato com a natureza, dos relacionamentos afetivos e no ambiente de trabalho e do toque e abraço fraternal, isso tudo, durante um período muito longo, causa a sensação de enfraquecimento e desse tal definhamento. Leia Mais

Comunicação eficaz: duas técnicas

Nesse post do blog, trouxemos como assunto principal a comunicação, de suma importância para os relacionamentos, tanto profissionais, afetivos, familiares e nas comunidades.

Comunicar é transmitir uma mensagem de um emissor para um ou mais receptores. Porém, para se comunicar assertivamente é preciso que o emissor entenda o que o receptor compreendeu da mensagem enviada, de maneira que não ocorram ruídos ou más interpretações. Por isso, é importante que a pessoa que está comunicando algo saiba se a mensagem foi compreendida de forma clara.

O ato de se comunicar é essencial para uma vida em sociedade e é uma forma de integração, orientação, aprendizado e compartilhamento dentro dos ambientes sociais e empresariais.

Separamos duas metodologias de comunicação que têm sido muito faladas e utilizadas: a comunicação não-violenta e o feedback sanduíche. 

Continue lendo e saiba como utilizar essas técnicas.

O psicólogo norte-americano Marshall Rosenberg que atuava como orientador educacional em instituições de ensino que buscavam eliminar a segregação racial nos Estados Unidos é o responsável pelo conhecido método de Comunicação Não-Violenta que faz sucesso no mundo todo.

Para Rosenberg, é na forma como as pessoas se comunicam entre si que se encontra a solução para resolver desentendimentos e discussões. Por isso, um dos seus objetivos com as pesquisas era criar estratégias para que as respostas aos estímulos comunicacionais (reações) deixem de ser automáticas e repetitivas e passem a ser mais conscientes.

Por meio da escuta ativa e profunda, o método faz com que as interações ocorram com mais respeito, atenção e empatia, como defende o psicólogo. Ele acredita ainda que quando os indivíduos se entregam de coração e se permitem falar mais sobre seus sentimentos, a compaixão se desenvolve nas conversas.

Para que a Comunicação Não-Violenta (chamada também de comunicação empática) ocorra, é preciso que os praticantes se concentrem em quatro componentes, que devem ser expressados de forma clara. São os seguintes: Leia Mais

Como estimular a curiosidade

De acordo com o texto do post anterior, todas as emoções positivas têm grande importância para o nosso bem-estar.

No entanto, queremos destacar o interesse ou curiosidade, que é uma emoção positiva de grande relevância no processo de crescimento pessoal, esforço criativo e no desenvolvimento da inteligência. Ela nos torna capazes de enfrentar os desafios cada vez mais complexos, nos impulsiona a encontrar soluções e buscar sempre por novidades.

Por isso, em um contexto cada vez mais automatizado e com forte presença da inteligência artificial, essa é uma habilidade valorizada e que tem sido desaprendida. Confira abaixo algumas formas de estimular a curiosidade, uma habilidade essencial ao nosso desenvolvimento:

  • Deixe de lado o medo de errar e a auto cobrança excessiva: ser curioso exige se arriscar e admitir que não sabe;
  • Faça escolhas diferentes: escolha filmes, séries, livros que estão fora da sua lista e de um estilo diferente do que você já está acostumado;
  • Faça coisas sem planejar, improvise: deixe-se guiar pela intuição e esqueça um pouco a ansiedade e a pressão de fazer uma determinada tarefa exatamente como planejado;
  • Encare a vergonha de fazer perguntas: pergunte- mesmo que considere bobagem, anote questões, busque ajuda de outras pessoas, entenda o ponto de vista do outro e não deixe que o medo ou a vergonha te impeçam de se aprofundar em algum assunto;
  • Observe as crianças: observá-las pode ser um grande aprendizado, pois com os seus porquês insistentes elas sempre estão em busca da solução ou de uma resposta;
  • Deixe de lado os preconceitos: a forma como pensamos não é livre de julgamentos, mas precisamos abandonar os vieses que condicionam o nosso olhar e deixar longe os rótulos;
  • Preste atenção: as possibilidades e o novo estão disponíveis para aqueles que observam e prestam atenção ao seu entorno;
  • Exercite a curiosidade: busque formas de exercitar essa habilidade no dia a dia, por exemplo, coloque quatro objetos bem conhecidos à sua frente e imagine pelo menos três tipos de uso para cada um deles.

E você, qual dessas mais se identifica ou já pratica? Comente aqui.

Você se sente perdido?

Você está cansado ou cansada de se sentir perdido(a)?

Saiba que se sentir perdido pessoal, profissional ou espiritualmente é super comum. Além disso, passar por crises existenciais, se sentir sem saber para onde ir e sem direção pode ser um bom sinal! Isso porque é nesse momento que você está aberto a buscar respostas e a voltar-se para dentro de si. É preciso de coragem e disposição para mover-se para o seu interior, enxergar a luz e a sombra. Essa etapa é necessário para a expansão da consciência , clareza mental , desenvolvimento pessoal e realização.

É incrível como diversas pessoas não se conhecem verdadeiramente, sentem-se perdidos e sem saber o que realmente desejam da vida. O autoconhecimento é o primeiro passo para compreender-se profundamente e é essencial para que alcance seus objetivos pessoais, profissionais e para se sentir melhor.

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Flow ou Estado de Fluxo

Já se perguntou porque algumas pessoas conseguem se entregar integralmente a uma tarefa? Mihaly Csikszentmihalyi, psicólogo húngaro, doutor pela Universidade de Chicago, resolveu investigar as raízes da realização pessoal.

Para isso, ele entrevistou pessoas de diversas áreas e descobriu que as que se destacavam tinham uma característica em comum: plena satisfação e motivação intrínseca, que não dependia de fatores externos e que só acontecia quando envolvidas com determinadas atividades, mesmo que fossem obrigações.

Era um estado de consciência onde cessava o conflito entre razão e emoção, e a percepção do tempo desaparecia. Por isso, elas se envolviam tão intensamente com a atividade, que a sua realização promovia grande satisfação. E nessa harmonia entre a mente, o corpo e os movimentos não sobrava espaço para pensar em outras coisas.

Este estado foi definido por ele como o estado de FLOW (ou fluxo), quando o indivíduo experimenta uma entrega total na atividade desempenhada. Leia Mais

20 de março: Dia Internacional da Felicidade

No dia 20 de março  é comemorado o Dia Internacional da Felicidade. Não é fácil definí-la e os mais diversos filósofos, estudiosos e pesquisadores da psicologia positiva já buscaram a resposta para a felicidade e ainda não existe um consenso sobre o tema.

Para muitos filósofos, a felicidade sempre foi o maior objetivo do ser humano. A etimologia da palavra felicidade, em grego Eudaimonia, significa: Eu (de acordo) e Daimon (gênio, entidade superior, divindade), ou seja, ser feliz significa estar de acordo com o que existe de divino em si.

Segundo Fredéric Lenoir (2016), a felicidade é algo subjetivo e que depende da natureza de cada um. O autor ainda ressalta que os filósofos gregos elaboram a questão da felicidade principalmente através da reflexão sobre o prazer.

Por outro lado, o professor da felicidade Tal Ben-Shahar explica que ser feliz é sentir prazer aqui e agora, e também fazer algo com um objetivo futuro. Ele complementa que não existe caminho curto e rápido para a felicidade, que ser feliz é encontrar significado e propósito na vida, seja por meio da religião, da carreira ou das relações.

A psicologia positiva surgiu em 1977 com a iniciativa de Martin Seligman e outros pesquisadores, como uma ciência que busca entender as emoções positivas e desenvolver forças, virtudes e habilidades. Portanto, Martin Seligman (2009) afirma que as pessoas buscam por algo mais do que corrigir suas fraquezas e aliviar os transtornos, desejam uma vida com significado. O objetivo dessa nova vertente da psicologia é mudar o foco da doença, do negativo e dos aspectos ruins da vida para o positivo, para a construção das forças e virtudes. Atualmente, a psicologia positiva é conhecida como a ciência do bem-estar e do florescimento, cujo conteúdo envolve felicidade, sentido, fluidez/flow, amor, gratidão, realização, crescimento e relacionamentos, denominado florescimento humano (Martin Seligman, 2012).

De acordo com o psicólogo Rick Hanson (2015), o poder das experiências positivas do cotidiano, de cultivar sentimentos como o amor, a paz interior e o contentamento podem transformar o cérebro, de forma que o indivíduo se torne melhor e com maior sensação de bem-estar.

Sonya Lyubominsky (2008) afirma que ser feliz requer grandes esforços, prática e comprometimento; e que o nível de felicidade de um indivíduo pode aumentar ou diminuir de acordo com os seus pensamentos e atitudes.

Segundo Tal Ben-Shahar,  se uma pessoa tem as suas necessidades básicas atendidas, o dinheiro não influencia o nível de felicidade, são fatores determinantes  tanto os relacionamentos quanto o tempo aproveitado para estar com as pessoas amadas.

E para você, o que é ser feliz ou o que é felicidade? Comente aqui!

Múltiplas inteligências: conheça os tipos de inteligência

Muito provavelmente você já ouviu dizer que as pessoas aprendem de formas diferentes. Algumas aprendem através de vídeos, outras em situações práticas e outras apenas ouvindo. Você sabia que isso tem a ver com as múltiplas inteligências?

Após analisar esses tipos de situações, em 1983, o psicólogo Howard Gardner propôs a teoria das inteligências múltiplas que revolucionou a forma como entendemos a inteligência.
Para ele, cada tipo de inteligência representa diferentes formas de processar as informações. Ele também afirma que é praticamente impossível dizer que uma pessoa é “mais inteligente” que a outra, pois, alguém que é bom em cálculos não é necessariamente mais inteligente do que quem consegue se relacionar bem. Isso nos ajuda a entender melhor e respeitar as diferenças.
Conheça os tipos de inteligência:
  • Espacial: Capacidade de compreender o mundo visual com precisão, permitindo transformar, mudar percepções e recriar experiências visuais. Além da facilidade de localização e navegação.
  • Naturalista: Traduz-se na sensibilidade para compreender e organizar os objetos, fenômenos e padrões da natureza.
  • Musical: Habilidade para compor e executar padrões musicais de ouvido, em ritmo e timbre.
  • Lógico-matemática: Capacidade de realizar cálculos, quantificar coisas e a habilidade para para raciocínio dedutivo e solucionar problemas matemáticos.
  • Interpessoal: Capacidade de desenvolver relacionamentos, entender as intenções, motivações e desejos das outras pessoas.
  • Corporal-cinestésica: Maior capacidade de controlar e orquestrar movimentos do corpo.
  • Linguística: Determinada por um domínio pelos idiomas e palavras, facilidade de escrita e por um desejo em os explorar.
  • Intrapessoal: Habilidade de se conhecer e de compreender seus limites, preocupações, de demonstrar autocontrole, domínio dos causadores do estresse e outras emoções.
  • Existencial: Capacidade de refletir e ponderar sobre questões fundamentais da existência.
Você não precisa se sentir fracassado por não ser bom em matemática ou por não ter facilidade em aprender outras línguas. Como mostramos, uma teoria proposta por Howard Gardner, afirma que não existem pessoas mais inteligentes do que outras e sim, múltiplas inteligências.

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Dicas para alcançar equilíbrio emocional

A princípio, pensar em ter equilíbrio emocional parece utopia, coisa de outro mundo. Afinal, como podemos ser equilibrados em todas as circunstâncias da vida?

O equilíbrio emocional é parte fundamental para a construção de uma vida mais saudável e feliz. Ele é uma habilidade que contribui para tornar a pessoa mais segura e confiante e também consciente dos pontos que precisa melhorar em sua vida. Ele está relacionado ao autocontrole e ao conhecimento profundo de si mesmo, além da capacidade de encontrar o ponto ideal entre a razão e a emoção.

Então, o equilíbrio emocional refere-se ao fato de saber se comportar e tomar as decisões mais adequadas, de acordo com os momentos e fases da vida. E também à capacidade de se conhecer e gerenciar as próprias emoções, sem radicalismos como 8 ou 80.

Quando o emocional está abalado é comum ter sentimentos como falta de motivação, frustação na vida afetiva, objetivos pessoais e profissionais difusos, irritabilidade, falta de concentração, comportamentos apáticos e procrastinação frente às atividades diárias. Em casos mais severos pode chegar ao esgotamento mental- burnout, episódios depressivos, insônia, crises de ansiedade e outras doenças graves. Isso sem contar na frustração por não alcançar os objetivos desejados.

Desenvolver o equilíbrio emocional pode fazer a diferença nos resultados que você obtém em sua vida e como reage ao que lhe acontece, já que pode afetar negativa ou positivamente a sua vida em todas as áreas: relacionamentos, carreira e realização profissional, prosperidade financeira, desenvolvimento intelectual e outras.

Achar esse ponto de estabilidade, auxilia na sensação de capacidade para lidar com questões como: mágoas, frustrações, decepções, orgulho, desilusão, inveja, raiva, entre outros; e contribui para que você se torne uma pessoa mais confiante e feliz, um profissional mais seguro e competente.

Se você se identificou com alguma destas questões é preciso fazer algo a respeito. Mas o que?

Leia abaixo 9 dicas e salve para alcançar maior equilíbrio emocional e ser mais feliz!

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Ikigai: como descobrir o seu propósito de vida

 

“Ikigai” é um conceito que vem de Okinawa, um grupo de ilhas ao sul do Japão com uma população de moradores centenários bem acima da expectativa de vida média. Muitos acreditam que o “Ikigai” é o segredo dessa longevidade. Por isso, eles acreditam na importância de se ter um propósito de vida.

A palavra consiste em iki = viver e gai = razão, então: razão para viver. Para os japoneses, se você encontra o seu “ikigai”, ou seja, algo que dê sentido à sua vida, isso o faz seguir em frente e o mantém motivado. é aquilo que estimula a pessoa a acordar todos os dias pela manhã e realizar as atividades.
Seguindo os ensinamentos do autor do livro Ken Mogi, para encontrar um motivo que faça você acordar todos os dias bem disposto e ter motivo para seguir em frente é importante partir das coisas pequenas até chegar aos grandes objetivos de vida. Este é um dentre os cinco pilares que permitem que  “ikigai” prospere.

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