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Comunicação eficaz: duas técnicas
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Como estimular a curiosidade
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As emoções positivas aumentam o bem-estar
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Você se sente perdido?
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Saiba porque vale a pena ser otimista
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Os benefícios da arte para saúde mental
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Flow ou Estado de Fluxo
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FOMO: o que é e como lidar com essa síndrome
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20 de março: Dia Internacional da Felicidade
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Sistema de recompensas do cérebro

Comunicação eficaz: duas técnicas

Nesse post do blog, trouxemos como assunto principal a comunicação, de suma importância para os relacionamentos, tanto profissionais, afetivos, familiares e nas comunidades.

Comunicar é transmitir uma mensagem de um emissor para um ou mais receptores. Porém, para se comunicar assertivamente é preciso que o emissor entenda o que o receptor compreendeu da mensagem enviada, de maneira que não ocorram ruídos ou más interpretações. Por isso, é importante que a pessoa que está comunicando algo saiba se a mensagem foi compreendida de forma clara.

O ato de se comunicar é essencial para uma vida em sociedade e é uma forma de integração, orientação, aprendizado e compartilhamento dentro dos ambientes sociais e empresariais.

Separamos duas metodologias de comunicação que têm sido muito faladas e utilizadas: a comunicação não-violenta e o feedback sanduíche. 

Continue lendo e saiba como utilizar essas técnicas.

O psicólogo norte-americano Marshall Rosenberg que atuava como orientador educacional em instituições de ensino que buscavam eliminar a segregação racial nos Estados Unidos é o responsável pelo conhecido método de Comunicação Não-Violenta que faz sucesso no mundo todo.

Para Rosenberg, é na forma como as pessoas se comunicam entre si que se encontra a solução para resolver desentendimentos e discussões. Por isso, um dos seus objetivos com as pesquisas era criar estratégias para que as respostas aos estímulos comunicacionais (reações) deixem de ser automáticas e repetitivas e passem a ser mais conscientes.

Por meio da escuta ativa e profunda, o método faz com que as interações ocorram com mais respeito, atenção e empatia, como defende o psicólogo. Ele acredita ainda que quando os indivíduos se entregam de coração e se permitem falar mais sobre seus sentimentos, a compaixão se desenvolve nas conversas.

Para que a Comunicação Não-Violenta (chamada também de comunicação empática) ocorra, é preciso que os praticantes se concentrem em quatro componentes, que devem ser expressados de forma clara. São os seguintes: Leia Mais

Como estimular a curiosidade

De acordo com o texto do post anterior, todas as emoções positivas têm grande importância para o nosso bem-estar.

No entanto, queremos destacar o interesse ou curiosidade, que é uma emoção positiva de grande relevância no processo de crescimento pessoal, esforço criativo e no desenvolvimento da inteligência. Ela nos torna capazes de enfrentar os desafios cada vez mais complexos, nos impulsiona a encontrar soluções e buscar sempre por novidades.

Por isso, em um contexto cada vez mais automatizado e com forte presença da inteligência artificial, essa é uma habilidade valorizada e que tem sido desaprendida. Confira abaixo algumas formas de estimular a curiosidade, uma habilidade essencial ao nosso desenvolvimento:

  • Deixe de lado o medo de errar e a auto cobrança excessiva: ser curioso exige se arriscar e admitir que não sabe;
  • Faça escolhas diferentes: escolha filmes, séries, livros que estão fora da sua lista e de um estilo diferente do que você já está acostumado;
  • Faça coisas sem planejar, improvise: deixe-se guiar pela intuição e esqueça um pouco a ansiedade e a pressão de fazer uma determinada tarefa exatamente como planejado;
  • Encare a vergonha de fazer perguntas: pergunte- mesmo que considere bobagem, anote questões, busque ajuda de outras pessoas, entenda o ponto de vista do outro e não deixe que o medo ou a vergonha te impeçam de se aprofundar em algum assunto;
  • Observe as crianças: observá-las pode ser um grande aprendizado, pois com os seus porquês insistentes elas sempre estão em busca da solução ou de uma resposta;
  • Deixe de lado os preconceitos: a forma como pensamos não é livre de julgamentos, mas precisamos abandonar os vieses que condicionam o nosso olhar e deixar longe os rótulos;
  • Preste atenção: as possibilidades e o novo estão disponíveis para aqueles que observam e prestam atenção ao seu entorno;
  • Exercite a curiosidade: busque formas de exercitar essa habilidade no dia a dia, por exemplo, coloque quatro objetos bem conhecidos à sua frente e imagine pelo menos três tipos de uso para cada um deles.

E você, qual dessas mais se identifica ou já pratica? Comente aqui.

As emoções positivas aumentam o bem-estar

Muitos são os estudiosos que buscaram compreender a felicidade, mas ainda não existe consenso ou uma fórmula comprovada para que as pessoas vivam com mais qualidade de vida e de maneira mais harmoniosa.

Na abordagem proposta pela chamada psicologia positiva, os pesquisadores entendem que estudar os aspectos saudáveis dos seres humanos pode ser um caminho interessante para isso. Analisando condições e processos que contribuem para a prosperidade dos indivíduos e comunidades, Dra. Barbara Fredrickson, pesquisadora, Ph.D e professora do Departamento de Psicologia da Universidade da Carolina do Norte (EUA), propôs a teoria das emoções positivas.

Confira neste texto quais são as emoções positivas e como elas contribuem para sua qualidade de vida.

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Você se sente perdido?

Você está cansado ou cansada de se sentir perdido(a)?

Saiba que se sentir perdido pessoal, profissional ou espiritualmente é super comum. Além disso, passar por crises existenciais, se sentir sem saber para onde ir e sem direção pode ser um bom sinal! Isso porque é nesse momento que você está aberto a buscar respostas e a voltar-se para dentro de si. É preciso de coragem e disposição para mover-se para o seu interior, enxergar a luz e a sombra. Essa etapa é necessário para a expansão da consciência , clareza mental , desenvolvimento pessoal e realização.

É incrível como diversas pessoas não se conhecem verdadeiramente, sentem-se perdidos e sem saber o que realmente desejam da vida. O autoconhecimento é o primeiro passo para compreender-se profundamente e é essencial para que alcance seus objetivos pessoais, profissionais e para se sentir melhor.

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Saiba porque vale a pena ser otimista

Estamos passando por momentos muito difíceis e por isso é importante enxergar o lado positivo diante das situações, por pior que elas estejam. São nas situações adversas e nos desafios que surgem as melhores ideias e oportunidades.

Segundo estudiosos da psicologia positiva, todos nós carregamos, em maior ou menor grau, traços de otimismo e de pessimismo. Por isso, essas classificações não podem se reduzir a apenas a pensamentos positivos ou negativos, vão muito mais além.

Os otimistas são aquelas pessoas que enxergam os problemas da vida como passageiros e circunstanciais e quando pensam no futuro são mais abertos às possibilidades. Por isso, possuem mais chances de encontrar formas de sobreviver às crises e de criar alternativas para sair delas, independentemente dos acontecimentos ao seu redor. Ao pensarem mais no futuro, os otimistas se tornam mais motivados e enxergam mais oportunidades do que problemas, além de entenderem o passado e as adversidades como uma possibilidade de aprendizado. Leia Mais

Os benefícios da arte para saúde mental

Hoje, dia 15 de abril é comemorado o Dia Mundial da Arte. Esse dia foi decretado pela Associação Internacional de Arte (IAA), a fim de promover a conscientização da atividade criativa no mundo.

A data escolhida é em homenagem ao aniversário de Leonardo da Vinci, um dos artistas mais conhecidos até hoje. Nas palavras dele: “A arte diz o indizível; exprime o inexprimível, traduz o intraduzível”. Essa frase nos faz refletir sobre a importância da arte para compreendermos melhor o mundo e expressarmos os nossos sentimentos mais íntimos.

Muitas pessoas me procuram preocupadas em saber como garantir ou manter a mente sã durante a pandemia. A livre expressão das emoções por meio das práticas artísticas e corporais pode ser uma boa solução.

A arte, ás vezes pouco valorizada, desempenha um papel importantíssimo para a nossa saúde mental e física. Atividades como dançar, cantar, pintar, escrever e outras possuem forte capacidade terapêutica e por isso devem estar mais presentes em nosso cotidiano.

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Flow ou Estado de Fluxo

Já se perguntou porque algumas pessoas conseguem se entregar integralmente a uma tarefa? Mihaly Csikszentmihalyi, psicólogo húngaro, doutor pela Universidade de Chicago, resolveu investigar as raízes da realização pessoal.

Para isso, ele entrevistou pessoas de diversas áreas e descobriu que as que se destacavam tinham uma característica em comum: plena satisfação e motivação intrínseca, que não dependia de fatores externos e que só acontecia quando envolvidas com determinadas atividades, mesmo que fossem obrigações.

Era um estado de consciência onde cessava o conflito entre razão e emoção, e a percepção do tempo desaparecia. Por isso, elas se envolviam tão intensamente com a atividade, que a sua realização promovia grande satisfação. E nessa harmonia entre a mente, o corpo e os movimentos não sobrava espaço para pensar em outras coisas.

Este estado foi definido por ele como o estado de FLOW (ou fluxo), quando o indivíduo experimenta uma entrega total na atividade desempenhada. Leia Mais

FOMO: o que é e como lidar com essa síndrome

A tecnologia nos trouxe muitas facilidades e também nos causou alguns problemas relacionados principalmente à saúde mental. Atualmente, com o uso constante do smartphone, as pessoas estão nas redes sociais, acumulam fotos, vídeos, são bombardeadas com anúncios e propagandas de diversos tipos de produtos, lives e possuem infinitas informações ao seu dispor 100% do tempo. Diante disso, têm se tornado mais comum as pessoas apresentarem diversos problemas relacionados ao exagero do uso da tecnologia, no consumo e acúmulo de informações.

Com facilidade encontram-se pessoas que verificam de maneira automática as notificações em seus celulares, antes mesmo de se levantar da cama e de dormir, outras levam o celular até mesmo para o banheiro. Essa necessidade de estar sempre atualizado e conectado se tornou um ritual para muitos e, em alguns casos, pode evoluir para problemas de ordem física, emocional ou mental.

Mesmo tendo consciência de que a quantidade de novas informações produzidas diariamente é imensa e que não é possível acompanhar tudo, é comum a sensação de que estamos perdendo alguma coisa e que precisamos consumir mais conteúdo para estarmos atualizados ou à frente de outras pessoas. Então, por exemplo, se estão disponíveis duas lives no mesmo horário, muitos não conseguem se decidir e, com medo de perder alguma oportunidade ou de ficar para trás, acabam dando um jeito de acompanhar as duas ao mesmo tempo, o que não funciona bem. Essa sensação é conhecida como FOMO, sigla que significa em inglês  “fear of missing out” ou “medo de ficar de fora”, se traduzido para o português. Leia Mais

20 de março: Dia Internacional da Felicidade

No dia 20 de março  é comemorado o Dia Internacional da Felicidade. Não é fácil definí-la e os mais diversos filósofos, estudiosos e pesquisadores da psicologia positiva já buscaram a resposta para a felicidade e ainda não existe um consenso sobre o tema.

Para muitos filósofos, a felicidade sempre foi o maior objetivo do ser humano. A etimologia da palavra felicidade, em grego Eudaimonia, significa: Eu (de acordo) e Daimon (gênio, entidade superior, divindade), ou seja, ser feliz significa estar de acordo com o que existe de divino em si.

Segundo Fredéric Lenoir (2016), a felicidade é algo subjetivo e que depende da natureza de cada um. O autor ainda ressalta que os filósofos gregos elaboram a questão da felicidade principalmente através da reflexão sobre o prazer.

Por outro lado, o professor da felicidade Tal Ben-Shahar explica que ser feliz é sentir prazer aqui e agora, e também fazer algo com um objetivo futuro. Ele complementa que não existe caminho curto e rápido para a felicidade, que ser feliz é encontrar significado e propósito na vida, seja por meio da religião, da carreira ou das relações.

A psicologia positiva surgiu em 1977 com a iniciativa de Martin Seligman e outros pesquisadores, como uma ciência que busca entender as emoções positivas e desenvolver forças, virtudes e habilidades. Portanto, Martin Seligman (2009) afirma que as pessoas buscam por algo mais do que corrigir suas fraquezas e aliviar os transtornos, desejam uma vida com significado. O objetivo dessa nova vertente da psicologia é mudar o foco da doença, do negativo e dos aspectos ruins da vida para o positivo, para a construção das forças e virtudes. Atualmente, a psicologia positiva é conhecida como a ciência do bem-estar e do florescimento, cujo conteúdo envolve felicidade, sentido, fluidez/flow, amor, gratidão, realização, crescimento e relacionamentos, denominado florescimento humano (Martin Seligman, 2012).

De acordo com o psicólogo Rick Hanson (2015), o poder das experiências positivas do cotidiano, de cultivar sentimentos como o amor, a paz interior e o contentamento podem transformar o cérebro, de forma que o indivíduo se torne melhor e com maior sensação de bem-estar.

Sonya Lyubominsky (2008) afirma que ser feliz requer grandes esforços, prática e comprometimento; e que o nível de felicidade de um indivíduo pode aumentar ou diminuir de acordo com os seus pensamentos e atitudes.

Segundo Tal Ben-Shahar,  se uma pessoa tem as suas necessidades básicas atendidas, o dinheiro não influencia o nível de felicidade, são fatores determinantes  tanto os relacionamentos quanto o tempo aproveitado para estar com as pessoas amadas.

E para você, o que é ser feliz ou o que é felicidade? Comente aqui!

Sistema de recompensas do cérebro

O chamado sistema de recompensa do cérebro é o circuito que processa a informação relacionada à sensação de satisfação. Ele é ativado quando o indivíduo tem uma experiência prazerosa e isso faz com que haja a produção de dopamina, um neurotransmissor de prazer, que tem a função de levar as informações para outras células do organismo.
Esse sistema tem relação com a alimentação, pois, quando você por exemplo come uma sobremesa, seu cérebro registra que aquilo é algo agradável e prazeroso, considerando-o como um comportamento memorável e as áreas do seu sistema de recompensa “pedem” para que você repita essa ação.
Então, a dopamina percorre determinadas áreas do cérebro avisando que está tudo bem e que o indivíduo está satisfeito, quando a informação chega ao córtex pré-frontal, ocorre a modulação. É nessa região que a racionalidade assume a situação e ocorre a tomada de decisão para definir se você realmente deve comer mais sobremesa ou se chegou a hora de parar.

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