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Flow ou Estado de Fluxo
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FOMO: o que é e como lidar com essa síndrome
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20 de março: Dia Internacional da Felicidade
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Sistema de recompensas do cérebro
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Mulheres que inspiram
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Múltiplas inteligências: conheça os tipos de inteligência
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Entenda a relação da natureza com a sua saúde
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Dicas para alcançar equilíbrio emocional
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Diário das emoções – um passo rumo à inteligência emocional
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Janeiro Branco: cuidados com a saúde mental

Flow ou Estado de Fluxo

Já se perguntou porque algumas pessoas conseguem se entregar integralmente a uma tarefa? Mihaly Csikszentmihalyi, psicólogo húngaro, doutor pela Universidade de Chicago, resolveu investigar as raízes da realização pessoal.

Para isso, ele entrevistou pessoas de diversas áreas e descobriu que as que se destacavam tinham uma característica em comum: plena satisfação e motivação intrínseca, que não dependia de fatores externos e que só acontecia quando envolvidas com determinadas atividades, mesmo que fossem obrigações.

Era um estado de consciência onde cessava o conflito entre razão e emoção, e a percepção do tempo desaparecia. Por isso, elas se envolviam tão intensamente com a atividade, que a sua realização promovia grande satisfação. E nessa harmonia entre a mente, o corpo e os movimentos não sobrava espaço para pensar em outras coisas.

Este estado foi definido por ele como o estado de FLOW (ou fluxo), quando o indivíduo experimenta uma entrega total na atividade desempenhada. Leia Mais

FOMO: o que é e como lidar com essa síndrome

A tecnologia nos trouxe muitas facilidades e também nos causou alguns problemas relacionados principalmente à saúde mental. Atualmente, com o uso constante do smartphone, as pessoas estão nas redes sociais, acumulam fotos, vídeos, são bombardeadas com anúncios e propagandas de diversos tipos de produtos, lives e possuem infinitas informações ao seu dispor 100% do tempo. Diante disso, têm se tornado mais comum as pessoas apresentarem diversos problemas relacionados ao exagero do uso da tecnologia, no consumo e acúmulo de informações.

Com facilidade encontram-se pessoas que verificam de maneira automática as notificações em seus celulares, antes mesmo de se levantar da cama e de dormir, outras levam o celular até mesmo para o banheiro. Essa necessidade de estar sempre atualizado e conectado se tornou um ritual para muitos e, em alguns casos, pode evoluir para problemas de ordem física, emocional ou mental.

Mesmo tendo consciência de que a quantidade de novas informações produzidas diariamente é imensa e que não é possível acompanhar tudo, é comum a sensação de que estamos perdendo alguma coisa e que precisamos consumir mais conteúdo para estarmos atualizados ou à frente de outras pessoas. Então, por exemplo, se estão disponíveis duas lives no mesmo horário, muitos não conseguem se decidir e, com medo de perder alguma oportunidade ou de ficar para trás, acabam dando um jeito de acompanhar as duas ao mesmo tempo, o que não funciona bem. Essa sensação é conhecida como FOMO, sigla que significa em inglês  “fear of missing out” ou “medo de ficar de fora”, se traduzido para o português. Leia Mais

20 de março: Dia Internacional da Felicidade

No dia 20 de março  é comemorado o Dia Internacional da Felicidade. Não é fácil definí-la e os mais diversos filósofos, estudiosos e pesquisadores da psicologia positiva já buscaram a resposta para a felicidade e ainda não existe um consenso sobre o tema.

Para muitos filósofos, a felicidade sempre foi o maior objetivo do ser humano. A etimologia da palavra felicidade, em grego Eudaimonia, significa: Eu (de acordo) e Daimon (gênio, entidade superior, divindade), ou seja, ser feliz significa estar de acordo com o que existe de divino em si.

Segundo Fredéric Lenoir (2016), a felicidade é algo subjetivo e que depende da natureza de cada um. O autor ainda ressalta que os filósofos gregos elaboram a questão da felicidade principalmente através da reflexão sobre o prazer.

Por outro lado, o professor da felicidade Tal Ben-Shahar explica que ser feliz é sentir prazer aqui e agora, e também fazer algo com um objetivo futuro. Ele complementa que não existe caminho curto e rápido para a felicidade, que ser feliz é encontrar significado e propósito na vida, seja por meio da religião, da carreira ou das relações.

A psicologia positiva surgiu em 1977 com a iniciativa de Martin Seligman e outros pesquisadores, como uma ciência que busca entender as emoções positivas e desenvolver forças, virtudes e habilidades. Portanto, Martin Seligman (2009) afirma que as pessoas buscam por algo mais do que corrigir suas fraquezas e aliviar os transtornos, desejam uma vida com significado. O objetivo dessa nova vertente da psicologia é mudar o foco da doença, do negativo e dos aspectos ruins da vida para o positivo, para a construção das forças e virtudes. Atualmente, a psicologia positiva é conhecida como a ciência do bem-estar e do florescimento, cujo conteúdo envolve felicidade, sentido, fluidez/flow, amor, gratidão, realização, crescimento e relacionamentos, denominado florescimento humano (Martin Seligman, 2012).

De acordo com o psicólogo Rick Hanson (2015), o poder das experiências positivas do cotidiano, de cultivar sentimentos como o amor, a paz interior e o contentamento podem transformar o cérebro, de forma que o indivíduo se torne melhor e com maior sensação de bem-estar.

Sonya Lyubominsky (2008) afirma que ser feliz requer grandes esforços, prática e comprometimento; e que o nível de felicidade de um indivíduo pode aumentar ou diminuir de acordo com os seus pensamentos e atitudes.

Segundo Tal Ben-Shahar,  se uma pessoa tem as suas necessidades básicas atendidas, o dinheiro não influencia o nível de felicidade, são fatores determinantes  tanto os relacionamentos quanto o tempo aproveitado para estar com as pessoas amadas.

E para você, o que é ser feliz ou o que é felicidade? Comente aqui!

Sistema de recompensas do cérebro

O chamado sistema de recompensa do cérebro é o circuito que processa a informação relacionada à sensação de satisfação. Ele é ativado quando o indivíduo tem uma experiência prazerosa e isso faz com que haja a produção de dopamina, um neurotransmissor de prazer, que tem a função de levar as informações para outras células do organismo.
Esse sistema tem relação com a alimentação, pois, quando você por exemplo come uma sobremesa, seu cérebro registra que aquilo é algo agradável e prazeroso, considerando-o como um comportamento memorável e as áreas do seu sistema de recompensa “pedem” para que você repita essa ação.
Então, a dopamina percorre determinadas áreas do cérebro avisando que está tudo bem e que o indivíduo está satisfeito, quando a informação chega ao córtex pré-frontal, ocorre a modulação. É nessa região que a racionalidade assume a situação e ocorre a tomada de decisão para definir se você realmente deve comer mais sobremesa ou se chegou a hora de parar.

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Mulheres que inspiram

No dia 8 de março, o Dia Internacional da Mulher, que simboliza a luta histórica das mulheres para alcançarem igualdade de direitos e oportunidades, agradeço todas aquelas que vieram antes de nós e que lutaram para conquistar espaço e respeito para que as próximas gerações pudessem sonhar e realizar grandes feitos.
Parabéns a todas nós mulheres pela força e coragem. Sobretudo ao enfrentar os desafios, preconceitos, silenciamento e violências para construir uma sociedade mais justa e menos discriminativa.
Espero que esse dia seja de aprendizado para que, nós mulheres, possamos nos valorizar e unir forças; para que sintamos orgulho de quem somos e coragem de ser quem quisermos ser. Parabéns a todas as mulheres!
Mulheres incríveis e inspiradoras sempre fizeram parte da história, mas muitas vezes seus feitos não são reconhecidos. Por isso, aproveitando a semana da mulher, trouxemos histórias de mulheres que revolucionaram a medicina, a ciência, a astronomia, a arte, o empreendedorismo e outras áreas.

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Múltiplas inteligências: conheça os tipos de inteligência

Muito provavelmente você já ouviu dizer que as pessoas aprendem de formas diferentes. Algumas aprendem através de vídeos, outras em situações práticas e outras apenas ouvindo. Você sabia que isso tem a ver com as múltiplas inteligências?

Após analisar esses tipos de situações, em 1983, o psicólogo Howard Gardner propôs a teoria das inteligências múltiplas que revolucionou a forma como entendemos a inteligência.
Para ele, cada tipo de inteligência representa diferentes formas de processar as informações. Ele também afirma que é praticamente impossível dizer que uma pessoa é “mais inteligente” que a outra, pois, alguém que é bom em cálculos não é necessariamente mais inteligente do que quem consegue se relacionar bem. Isso nos ajuda a entender melhor e respeitar as diferenças.
Conheça os tipos de inteligência:
  • Espacial: Capacidade de compreender o mundo visual com precisão, permitindo transformar, mudar percepções e recriar experiências visuais. Além da facilidade de localização e navegação.
  • Naturalista: Traduz-se na sensibilidade para compreender e organizar os objetos, fenômenos e padrões da natureza.
  • Musical: Habilidade para compor e executar padrões musicais de ouvido, em ritmo e timbre.
  • Lógico-matemática: Capacidade de realizar cálculos, quantificar coisas e a habilidade para para raciocínio dedutivo e solucionar problemas matemáticos.
  • Interpessoal: Capacidade de desenvolver relacionamentos, entender as intenções, motivações e desejos das outras pessoas.
  • Corporal-cinestésica: Maior capacidade de controlar e orquestrar movimentos do corpo.
  • Linguística: Determinada por um domínio pelos idiomas e palavras, facilidade de escrita e por um desejo em os explorar.
  • Intrapessoal: Habilidade de se conhecer e de compreender seus limites, preocupações, de demonstrar autocontrole, domínio dos causadores do estresse e outras emoções.
  • Existencial: Capacidade de refletir e ponderar sobre questões fundamentais da existência.
Você não precisa se sentir fracassado por não ser bom em matemática ou por não ter facilidade em aprender outras línguas. Como mostramos, uma teoria proposta por Howard Gardner, afirma que não existem pessoas mais inteligentes do que outras e sim, múltiplas inteligências.

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Entenda a relação da natureza com a sua saúde

Você conhece os benefícios do contato com a natureza para a nossa saúde?

Recentemente fiz uma enquete nas minhas redes sociais perguntando se as pessoas conheciam os benefícios do contato com a natureza para a saúde e a maioria das pessoas respondeu que não.

Nos últimos anos, diversas pesquisas demonstraram como o contato com a natureza pode afetar positivamente a saúde mental e física das pessoas. Na contramão dessas pesquisas, dados mostram que mais da metade da população global vive em áreas urbanas e em alguns países, esse número chega a 80% dos moradores. E isso se tornou ainda mais difícil com a chegada da pandemia e do isolamento social.

É fato que está cada vez mais difícil ficar próximo da natureza, já que nas cidades grandes existem mais oportunidades de trabalho e de recursos financeiros. Porém, mesmo na correria do dia-a-dia é importante  aproximar mais do verde, realizar atividades ao ar livre e apreciar o que é belo ao nosso redor. Essa conexão traz inúmeros benefícios para a nossa saúde.

Benefícios para saúde mental

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Dicas para alcançar equilíbrio emocional

A princípio, pensar em ter equilíbrio emocional parece utopia, coisa de outro mundo. Afinal, como podemos ser equilibrados em todas as circunstâncias da vida?

O equilíbrio emocional é parte fundamental para a construção de uma vida mais saudável e feliz. Ele é uma habilidade que contribui para tornar a pessoa mais segura e confiante e também consciente dos pontos que precisa melhorar em sua vida. Ele está relacionado ao autocontrole e ao conhecimento profundo de si mesmo, além da capacidade de encontrar o ponto ideal entre a razão e a emoção.

Então, o equilíbrio emocional refere-se ao fato de saber se comportar e tomar as decisões mais adequadas, de acordo com os momentos e fases da vida. E também à capacidade de se conhecer e gerenciar as próprias emoções, sem radicalismos como 8 ou 80.

Quando o emocional está abalado é comum ter sentimentos como falta de motivação, frustação na vida afetiva, objetivos pessoais e profissionais difusos, irritabilidade, falta de concentração, comportamentos apáticos e procrastinação frente às atividades diárias. Em casos mais severos pode chegar ao esgotamento mental- burnout, episódios depressivos, insônia, crises de ansiedade e outras doenças graves. Isso sem contar na frustração por não alcançar os objetivos desejados.

Desenvolver o equilíbrio emocional pode fazer a diferença nos resultados que você obtém em sua vida e como reage ao que lhe acontece, já que pode afetar negativa ou positivamente a sua vida em todas as áreas: relacionamentos, carreira e realização profissional, prosperidade financeira, desenvolvimento intelectual e outras.

Achar esse ponto de estabilidade, auxilia na sensação de capacidade para lidar com questões como: mágoas, frustrações, decepções, orgulho, desilusão, inveja, raiva, entre outros; e contribui para que você se torne uma pessoa mais confiante e feliz, um profissional mais seguro e competente.

Se você se identificou com alguma destas questões é preciso fazer algo a respeito. Mas o que?

Leia abaixo 9 dicas e salve para alcançar maior equilíbrio emocional e ser mais feliz!

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Diário das emoções – um passo rumo à inteligência emocional

Inteligência emocional é uma habilidade que está ligada à nossa capacidade de reconhecer, avaliar e de lidar com nossos sentimentos, reagindo da melhor maneira às situações adversas para atingir um equilíbrio.

O diário das emoções pode ser um passo importante no processo de desenvolvimento da inteligência emocional, proporcionando mais reflexão e percepção de si mesmo.

Afinal, o que é diário das emoções?
É uma forma de registrar e acompanhar diariamente (ou sempre que possível) o que sentimos e como reagimos às diversas situações da nossa vida. Ele nos ajuda a criar uma nova perspectiva e ter um panorama geral sobre nossas emoções, contribui para o processo de autoconhecimento e aumenta o bem-estar.

Os benefícios são:

  • Ajuda a criar uma nova perspectiva sobre o que você sente e quais as atitudes mais adequadas diante das suas emoções;
  • Contribui para o processo de autoconhecimento;
  • Aumenta o bem-estar;
  • Possibilita identificar o nível de uma determinada emoção e as situações que a provocam.

Como começar? Leia Mais

Janeiro Branco: cuidados com a saúde mental

Você já conhece a campanha “Janeiro Branco”? Cada vez mais ouvimos sobre a importância de cuidar da saúde mental e nesse contexto da pandemia isso se tornou ainda mais sério.

No ano de 2014 foi criada a campanha “Janeiro Branco”, voltada principalmente na construção de uma cultura de saúde mental na sociedade. O seu objetivo é chamar a atenção da humanidade para as questões e necessidades relacionadas à saúde mental e emocional das pessoas e das instituições humanas.

O mês de janeiro é tradicionalmente um mês de recomeços, de mudanças e um momento de traçar metas e planejar o ano que está começando. É um momento no qual estamos mais propensos a pensar nos nossos erros e acertos, nas nossas relações sociais, nas emoções, na vida e no nosso sentido de existir. Para muitos esse é um momento positivo, de renovação da esperança e da energia, porém para algumas pessoas esse pode ser um período ainda mais difícil.  Então, esse é um momento bem propício para cuidar da sua saúde mental, de incluir ações com esse intuito no seu planejamento.

Apesar de já estarmos nos últimos dias de janeiro, acredito que, devido à importância desse tema, deve ser abordado e trabalhado durante todo o ano. Afinal, quem cuida da mente, cuida da vida. Leia Mais

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