Musicalidade

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Sou da opinião de que a música complementa a nossa vida. Todos os momentos parecem ser descritos pela música, independente da letra.

Temos um repertório inesgotável de estilos musicais, de grandes canções que traduzem as boas lembranças, as novas expectativas e os presentes do momento atual.

É surpreendente saber que a primeira história que a música traduz é a música da própria história: já nos primórdios, os homens das cavernas já emitiam os primeiros sons e já criavam alguns instrumentos musicais. As personalidades que inventaram os instrumentos musicais não tem somente um pé na engenharia como também respiram arte. Instrumentos: um swing de engenharia e arte!

O propósito do instrumento é produzir música! E o propósito da música: complementar e traduzir a vida!

Cabem aos compositores descreverem estas minhas palavras em poesia, como muitos já o fizeram, pois aqui apenas traduzo a vida em simples palavras.

Podem ser de corda: o som vem da vibração destas quando friccionadas.

Podem ser de percussão: nesse caso também é a vibração a responsável pela produção do som.

Podem ser de sopro: aqui é a circulação do som que produz a oscilação dos instrumentos.

Nos instrumentos de teclas a diferença está  na maneira de tocar, nos elétricos o que interessa mesmo é a produção de um bom som e uma bela melodia.

Cuíca, tamborim, tambor, baixo, bandolim, berimbau sim…..

Viola, violino, cavaquinho, guitarra, harpa….vem tocar meu banjo assim…..

Piano, bateria, triângulo, no pandeiro e na zabumba…. No acordeão e no chocalho…..fazendo um swing para me consolar…..

Saxofone, agogô, chimbal e afoxé…..

Pequenas notas podem gerar composições e resultados incríveis. Essa é a matemática da música!

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A voz pode ser brilhante, vibrante, linda, atenuante, singela e macia. Uma voz que revele uma consciência, uma verdade, uma ficção ou uma ciência, que combinados harmonicamente com os sons  expressam a mais pura emoção.

Existem músicas e composições para tudo quanto é estilo, momento – do amor à dor.

Músicas mais animadas – para aqueles momentos em que nos dá vontade de gritar, de extravasar toda a energia, pular bem alto,  suar e liberar o estresse;

As calmas e relaxantes- estas são ouvidas para estimular uma respiração mais tranquila, reduzir os batimentos cardíacos, meditar, sonhar, ressonar e ate dormir;

Para malhar: é impressionante quando estamos com uma música super agitada ou que gostamos muito nem percebemos o tempo passar ali na esteira ou na bicicleta ou fazendo qualquer atividade aeróbica. Corre-se o risco de ficar todo dolorido depois!

Tem música para relembrar um grande amor e sorrir;

Música para chorar- dá para sentir fundo a dor no peito só de ouví-la, pode ser pela nostalgia ou por sentir falta de um grande amor;

Outras para gargalhar, para lembrar de histórias inusitadas, de momentos engraçados e divertidos ao lado de amigos, de viagens, de besteiras com grandes companhias. Momentos esses que quando lembrados morremos de tanto rir, dói a barriga e quase fazemos xixi…nas calças!

Ah, tem aquelas mais sensuais, que , me desculpem os leitores mais certinhos, mas a vontade é de tirar a roupa e dizer: – faça de mim o que quiser! ou então: – me jogue na parede e me faça de lagartixa!. Ui, até me falta ar e aumenta a vontade de me soltar! Pena que isso não pode ser feito a qualquer hora, em qualquer lugar e muito menos diante de qualquer pessoa. Nesse caso, meninas, concentrem-se em outra coisa e lutem contra a vontade de sair dançando no poste ou na cadeira e tirando a roupa.

Música para dançar a dois, coladinho ou então românticas: um xote, um forró, uma lambada, sertanejo, tango ou até ritmos mais calientes;

Para dançar sozinho, ou em grupo na cadência do samba, na vibração do axé, no compasso do erê, do pop, do rock, do hip-hop;

No ritmo do reggae, do country, do eletrônico…

Não poderiam faltar os clássicos, o jazz, o blues….

Música só para balançar, para olhar, para sentir…. E eu garanto que as sensações podem ser incríveis.

Musicalidade pode ser música de qualidade, sem qualidade..mas todas tem um quê de liberdade, de harmonia e de combinação.

Tem música de cinema, que traduz toda a história do filme. Ah, e tem música que dá um filme, filme esse que conta a história de nossas próprias vidas: presente, passado e futuro.

 

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