Histórias e Crônicas

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Áudio: O medo da transformação
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A toca das irmãs coelhinhas
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A família dos dinossauros
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O equilibrista
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A direção errada pode levar a um destino inesperado
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Seja você: pura e simplesmente.
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Um sofre enquanto o outro ri
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Saia da mesmice
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Tudo que começa tem um fim
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A prova do grafite

Áudio: O medo da transformação

Performers from Cirque Du Soleil present a segment called "Trapeze" during a news preview of their latest show titled "Zarkana" at New York's Radio City Music Hall May 24, 2011. "Zarkana", which was specially designed for Radio City by Line Tremblay, director of creation, and Francois Girard, writer and director, will run from June 9 to October 8, 2011.  REUTERS/Mike Segar    (UNITED STATES - Tags: ENTERTAINMENT)

Ontem foi um daqueles dias em que aproveitei para ler….Ler livros diversos, dentre os que ficam empilhados em cima do meu criado mudo.

E, enquanto estava envolvida na leitura, eu percebi o quanto isso alimenta as nossas mentes, e me sinto no dever de retroalimentar os aprendizados ou as viagens e ideias surgidas calmamente após cada leitura.

Inspirada por um dos textos, resolvi gravar um áudio, no qual nem sei se eu pronuncio corretamente o nome do autor, então, por favor me perdoem caso tenha cometido algum lapso nesse sentido. Esse texto, agora transformado em áudio é uma metáfora com barras de trapézio e auxilia o nosso entendimento e compreensão em situações difíceis.

Ouça e compartilhe esse áudio “Medo da transformação”, do autor Danaan Parry, adaptado do “The essence book of days”; que foi extraído do livro “Uma abordagem Ericksoniana para um inconsciente informado”, histórias, metáforas e citações que curam (Stephen Paul Adler, Ph.D).

 

A toca das irmãs coelhinhas

Era uma vez duas coelhinhas irmãs que trabalhavam numa toca oficina de arte.

Tina era a irmã mais velha e fazia trabalhos lindos de arte na oficina: pintava ovos para servir como adornos e enfeites para as casas e para a Páscoa. Eram ovos de várias cores: rosa com bolinhas amarelas, amarelos listradinhos de vermelho, xadrezes de azul e verde….e uma infinidade de cores, mais do que você pode imaginar….

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E Tina cuidava da irmã Tininha e a ensinava a pintar e fazer os ovos coloridos para embelezar e enfeitar os lares.

Todos os dias Tina acordava cedo e deixava a irmã descansar, mas esta queria mesmo é aprender a arte e trabalhar!

Então Tina começou a ensinar Tininha e as etapas das aulas eram as seguintes: ela mostrava como se usava os pincéis, como misturava as cores, como fazer os desenhos e todos os detalhes na arte de construir ovos.  E Tininha estava aprendendo direitinho. Prestava muita atenção, perguntava todas as dúvidas que tinha e já já iria começar na próxima etapa: a prática. Tininha estava animadíssima e ansiosa para chegar esse grande dia, onde ela mesma iria pintar os ovos. Leia Mais

A família dos dinossauros

Era uma vez  uma família de dinossauros, que vivia num lugar bem no meio do meio da floresta, um bosque escondido.

O Sr. Daino era o grande provedor e sua esposa Dina era quem mantinha a casa em ordem e cuidava das filhas.

Ele ficava muito preocupado com os predadores que pudessem algum dia atacar a sua família…Além disso ele se preocupava pois achava que era o único que possuía condições e habilidades, como velocidade, agilidade e força para caçar as presas e fugir dos predadores. E dessa forma manter a sua família segura e bem nutrida.

O que aconteceria se ele um dia faltasse ou ainda se ele não conseguisse comida suficiente para toda a sua família? – esse era o pensamento que tomava conta da mente do Sr. Daino.

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Por isso, ele saía todos os dias do bosque bem cedinho para caçar. E foi assim durante muitos anos e as filhas foram crescendo, desenvolvendo e aprendendo muita coisa.

Sr. Daino sempre dizia para não conversar com estranhos e estarem bem atentas a tudo ao redor para não virarem comida de outras espécies mais espertas. Leia Mais

O equilibrista

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Você já prestou atenção nas apresentações de circo ? Nem que seja uma vez, acredito que você já tenha ido em algum circo, não estou me referindo aos mais famosos.

Eu considero os melhores números os equilibristas, onde eles fazem de tudo em cima de um fino fio de corda bamba, um cabo de aço suspenso ou qualquer outro material. Quando eu era criança eu jurava ser um fio de nylon…..

Me parece mais interessante pelo fato de existir risco, de precisar de extrema concentração e isso me deixa mais atenta e impressionada com a capacidade desse profissional se manter equilibrado.

E quando eles começam a dançar ou ainda fazer outras peripécias, acrobacias….aí os espectadores adoram e aplaudem!! E o meu coração dispara…..de aflição.

Segundo o dicionário, equilibrista é aquele que  mantém o equilíbrio em uma posição difícil ou incômoda. Leia Mais

A direção errada pode levar a um destino inesperado

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Eu sempre tive muita dificuldade em seguir a direção certa. E quando se tratava do sentido, tudo se complicava mais ainda.

Muitas vezes eu só conseguia chegar a um determinado lugar se eu voltasse para casa ou para o meu trabalho e dali seguisse novamente.

Eu já deixei de ir porque não consegui chegar a festas, reuniões e outros compromissos por errar o caminho, me perder, andar quilômetros de distância…… E o pior era que eu não desistia!

Houve uma situação em que eu ia começar um novo trabalho e era em Contagem, na grande BH. No domingo anterior, fui com meu pai até lá conhecer o caminho, decorei o trajeto, anotei onde tinha que virar e adivinhem? Eu errei o caminho! Não sabia muito bem onde deveria virar à direita e tinha um caminhão quase passando por cima de mim, então acabei me desorientando e, ao invés de virar, segui em frente….

Eu como uma mulher prevenida que sou, havia saído de casa com uma hora e meia de antecedência, pois além de não saber o tempo que levaria até lá devido ao trânsito,  ainda era meu primeiro dia de trabalho.

Acho que o desespero e o medo de errar eram tão grandes, que acabou acontecendo. Eu focava no que eu temia e as coisas acabavam acontecendo daquela forma.

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Como terminou? Leia Mais

Seja você: pura e simplesmente.

O post de hoje tem uma história!

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Não sei se é da sua época. Lá pelos anos 1980 na escola tínhamos o hábito de comprar uma agenda e os colegas escreviam frases, poesias, agradecimentos, declarações, faziam desenhos e tudo mais. Ou numa agenda ou num caderno espiral.
Confesso que tenho esses cadernos com os desenhos e dizeres dos colegas da época e todas as agendas guardadas. Juro!
E teve uma frase que nunca me esqueci e em vários momentos essa frase aparece na minha mente. Ficou guardada mesmo. E eu acredito que seja por algum motivo, nada acontece por acaso. Leia Mais

Um sofre enquanto o outro ri

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Essa frase é uma adaptação  da música “Azul da cor do mar” do Tim Maia e volta e meia ocupa a minha mente, pois se analisarmos ao pé da letra, parece que um sacaneia e ri da desgraça do outro… e não é isso que acontece. A sensação é que para o sujeito que ri realmente rir, ele precisa causar o sofrimento do outro.

Acredito que tanto eu quanto você já agimos ou nos sentimos em ambas as posições….. e sabe o que é pior? É que o indivíduo que sofre acredita que o outro foi injusto….. baseado em quê? Difícil escrever sobre sentimentos assim, de forma racional, mas convido a todos se posicionarem em ambos os lados e quando sofrer, imaginar-se estando na outra posição.

Resolvi escrever hoje, pois estou entalada….. na maioria das vezes que fazemos algo para o próprio benefício somos considerados egoístas, maus….. e não funciona desse jeito. Cada um escolhe o sentimento que deseja ter e não temos controle sobre o sentimento do outro, mas sim do nosso próprio. Leia Mais

Saia da mesmice

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Quando nós somos crianças, adolescentes ou jovens nós somos acostumados a seguir um padrão….um padrão imposto pela maioria. Sabe porque? Porque seguindo esse padrão nós somos aceitos e nos sentimos bem e confortáveis no grupo.

E, se por algum motivo fazemos algo diferente do “aceitável para o padrão” somos considerados “o patinho feio”, “a ovelha negra”, independente se as consequências do feito são positivas ou negativas. Leia Mais

Tudo que começa tem um fim

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Isso é verdade…tudo que começa tem um fim.

E despedir é sempre difícil para o ser humano, pelo menos para mim. Tudo que termina, termina por algum motivo: a gente sofre com o fim das férias, com o fim de uma viagem, com o fim do final de semana, com o fim de um relacionamento, com o fim de uma festa, com a saída de um emprego, com a perda de alguém, ao mudar de casa ….. E poraí vai…..

Há os que dizem ainda que “o melhor da festa é esperar por ela” ou até mesmo “o que é bom dura pouco”: a dor do fim é que perdura.  Temos que nos permitir sofrer essa dor para que possamos nos reerguer e passar para a próxima fase. Temos que estar preparados para o novo, para o recomeço. Leia Mais

A prova do grafite

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Quando eu estudava engenharia mecânica na faculdade, havia uma disciplina que tinha o nome de ” química tecnológica” e abordava as reações dos materiais, tais como corrosão. Extremamente interessante e instigante estudar essa disciplina, pelo menos do meu ponto de vista. No livro utilizado haviam várias imagens para descrever tais reações, o que ajudava bastante no entendimento, sobretudo de alguém que não tinha contato direto com tais fatos. Além do livro e da ementa da matéria ser interessante, o professor era uma caso à parte: ele tinha um jeito daqueles químicos malucos que assistíamos em desenhos animados na televisão quando criança. Lembram? Naquela época de estudante então achávamos ele loucaço! Leia Mais

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